Curso de telejornalismo no Rio

O Cine Glória, administrado pela produtora Urca Filmes oferecerá, a partir do próximo dia 18 de abril, mais uma turma do curso Telejornalismo: Aprenda na Prática, ministrado pelos profissionais Ronaldo Rosas, jornalista, ator e publicitário; e Marco de Cardoso, jornalista, publicitário e professor universitário.
As inscrições podem ser feitas no próprio Cine Glória (Praça Luis de Camões, s/nº, subsolo – Glória) e informações podem ser obtidas pelos telefones (21) 9204 0877 ou 2556-0781 e pelo e-mail: cinegloria@urcafilmes.com.br.

Conteúdo
Redação de textos para tv; apresentação diante da câmera; técnicas de narração em off e ao vivo; as formas de narrativa para telejornais e programas jornalísticos; como fazer entrevistas; exercícios práticos de vídeo e redação de textos com os alunos. Ao final, os alunos recebem um DVD com as gravações feitas por eles durante o curso.

Informações e inscrições
Carga horária: 20 horas
Sábados:18/04, 25/04, 09/05 e 16/05.
Horário: 8:30 às 13:30.
Custo: R$ 600,00 com opção de parcelamento em 2x.
Promoção: 10% de desconto à vista ou para quem indicar outro aluno.
Público – alvo: Profissionais da área de telejornalismo, recém-formados ou estudantes de Jornalismo.
Vagas Limitadas. Turmas com um mínimo de 12 alunos.

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Neighbours, de Norman McLaren. Um vídeo pra todos refletirem e repensarem suas atitudes.

Postado por Lívia Lamblet

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Ato contra os 45 anos do Golpe Militar















Alunos manifestando no pátio do Campus I

Nesta terça-feira, dia 31 de março, os alunos da FACHA presenciaram uma manifestação pela democracia. O Ato realizado pela Comissão de Reativação do DCE Wladimir Herzog - CRE-DCE e pelo grupo Circo Industrial contra os 20 anos de ditadura militar no Brasil parou o pátio do Campus I e convidou os estudantes e funcionários para um momento de reflexão sobre o que foi o regime ditatorial brasileiro.

Em 31 de março de 1964 o país sofreu um golpe que ao longo de duas décadas minou a democracia, era o Golpe Militar. Liderado pelas Forças Armadas e com o apoio de várias camadas sociais, como a classe média, o empresariado, os latifundiários e autoridades católicas, o Golpe tirou o presidente João Goulart do poder e fez do país um enorme quartel.


A falta de uma punição para os torturadores, da revisão da Lei da Anistia, do compromisso com a verdade motivaram os alunos da FACHA a realizarem um protesto contra tudo que o Estado de Excessão representou e representa para a nação.


Com mordaças pretas na boca os alunos representaram a censura e a opressão. O som do surdo simbolizou o clima fúnebre trazido pelas mortes, torturas e desaparecimentos. A platéia (alunos que estavam no pátio) era a sociedade que mesmo sabendo de todos os horrores que aconteciam nos porões dos quartéis continuava a levar a vida sorrindo e contente com o Milagre Econômico.


No final da apresentação os alunos foram chamados para participar do Ato gritando "ditadura nunca mais"!

Que assim seja!


Postado por Sarita Yara

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O Analfabeto Político

O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Bertolt Brecht

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Caminhada em defesa do diploma para jornalistas













Ato foi realizado hoje, dia 31 de março, por cerca de 120 estudantes, sindicalistas e profissionais diplomados em Jornalismo. A data antecede o julgamento da exigência de diploma para exercer a profissão pelo Supremo Tribunal Federal.

Uma marcha em defesa do diploma movimentou algumas das principais ruas de Porto Alegre na manhã desta terça-feira, dia 31 de março. Dezenas de jornalistas, sindicalistas e estudantes se concentraram na Praça da Matriz, Centro da Capital, às 10h, e iniciaram uma caminhada de dois quilômetros até a sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. No trecho, distribuíram panfletos e a edição extra do jornal Versão dos Jornalistas, com matérias sobre a votação do Recurso Extraordinário 511961, que definirá pela manutenção ou não do diploma para o exercício de Jornalismo. Os cartazes e faixas exibidas à população em avenidades como a movimentada Borges de Medeiros evidenciavam o desejo dos manifestantes de que o STF atendesse não apenas o desejo dos jornalistas, mas de toda a sociedade. Um carro de som reproduzia as peças da campanha da Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj, e megafones passavam pelas mãos dos profissionais e estudantes de diversas escolas de Jornalismo do Rio Grande do Sul. A população recebeu o material, entendeu o apelo e conversou com os manifestantes. Em muitos pontos, os moradores faziam sinal de positivo do alto dos edifícios, do interior dos restaurantes ou nas paradas de ônibus. No final da passeata, o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, José Maria Rodrigues Nunes, o vice-presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Celso Schröder, e outros oradores, manifestaram confiança de que o STF atenderá aos anseios da população, votando favoravelmente à manutenção do diploma. "Há 40 anos, tivemos um golpe que culminou em uma ditadura. Não queremos que outro golpe atinja a nossa democracia", pediu Nunes. O ato que mais emocionou os participantes foi quando o carro de som tocou o Hino Nacional Brasileiro. De imediato, todos se deram as mãos e cantaram o hino. Nesta quarta-feira, 1º de abril, jornalistas e estudantes fazem vigília na Esquina Democrática, confluência entre a Borges de Medeiros e a Andradas, a partir das 14h. No local, será instalado um telão para que os jornalistas presentes e a população acompanhem a votação no STF.

Por Núcleo de Estudantes do Sindijor 31/03/2009 às 23:49
fonte:http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/03/443835.shtml

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O convite para celebrar a barbárie


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Estudantes protestam nos 45 anos de instauração da Ditadura no Brasil

Estudantes se reuniram nesta terça, dia 31 de março, em frente ao Clube Militar, no Rio de Janeiro, para exigir a abertura dos arquivos da Ditadura Militar. No local acontecia uma comemoração dos 45 anos, do que foi chamado pelos militares de "gloriosa revolução democrática de 64". A data marca a instauração da Ditadura Militar no Brasil, que por 20 anos diluiu a democracia no país.

As manifestações começaram quando o grupo Anarco - Sabo (sabotagem) chegou com dez participantes que estavam com uma maquiagem que imitava ferimentos e escoriações, representando os assassinados pelo regime ditatorial. Eles distribuíram panfletos com fotos dos desaparecidos e mortos para as pessoas que passavam pelo local. Tudo era embalado por um canto que falava o nome dos desaparecidos.

Mais tarde, às 15h30, um grupo de 40 estudantes com bandeiras da UNE, UEE e UJS chegou ao local para reivindicar a abertura dos arquivos da ditadura e a punição dos torturadores. Cada militar que saía do Clube era seguido pelo coro dos estudantes que gritavam "torturador". Os manifestantes também desenharam pegadas simbolizando os militares e derramaram tinta guache vermelha para representar o sangue das pessoas mortas e torturadas pelos militares durante o Estado de Exceção.

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