> BIG BROTHER BRASIL_ Cordel...

> BIG BROTHER BRASIL
>
> Cordelista natural de Santa Bárbara-BA,
> residente em Salvador.
>
> Curtir o Pedro Bial
> E sentir tanta alegria
> É sinal de que você
> O mau-gosto aprecia
> Dá valor ao que é banal
> É preguiçoso mental
> E adora baixaria.
>
> Há muito tempo não vejo
> Um programa tão 'fuleiro'
> Produzido pela Globo
> Visando Ibope e dinheiro
> Que além de alienar
> Vai por certo atrofiar
> A mente do brasileiro.
>
> Me refiro ao brasileiro
> Que está em formação
> E precisa evoluir
> Através da Educação
> Mas se torna um refém
> Iletrado, 'zé-ninguém'
> Um escravo da ilusão.
>
> Em frente à televisão
> Lá está toda a família
> Longe da realidade
> Onde a bobagem fervilha
> Não sabendo essa gente
> Desprovida e inocente
> Desta enorme 'armadilha'.
>
> Cuidado, Pedro Bial
> Chega de esculhambação
> Respeite o trabalhador
> Dessa sofrida Nação
> Deixe de chamar de heróis
> Essas girls e esses boys
> Que têm cara de bundão.
>
> O seu pai e a sua mãe,
> Querido Pedro Bial,
> São verdadeiros heróis
> E merecem nosso aval
> Pois tiveram que lutar
> Pra manter e te educar
> Com esforço especial.
>
> Muitos já se sentem mal
> Com seu discurso vazio.
> Pessoas inteligentes
> Se enchem de calafrio
> Porque quando você fala
> A sua palavra é bala
> A ferir o nosso brio.
>
> Um país como Brasil
> Carente de educação
> Precisa de gente grande
> Para dar boa lição
> Mas você na rede Globo
> Faz esse papel de bobo
> Enganando a Nação.
>
> Respeite, Pedro Bienal
> Nosso povo brasileiro
> Que acorda de madrugada
> E trabalha o dia inteiro
> Dar muito duro, anda rouco
> Paga impostos, ganha pouco:
> Povo HERÓI, povo guerreiro.
>
> Enquanto a sociedade
> Neste momento atual
> Se preocupa com a crise
> Econômica e social
> Você precisa entender
> Que queremos aprender
> Algo sério - não banal.
>
> Esse programa da Globo
> Vem nos mostrar sem engano
> Que tudo que ali ocorre
> Parece um zoológico humano
> Onde impera a esperteza
> A malandragem, a baixeza:
> Um cenário sub-humano.
>
> A moral e a inteligência
> Não são mais valorizadas.
> Os "heróis" protagonizam
> Um mundo de palhaçadas
> Sem critério e sem ética
> Em que vaidade e estética
> São muito mais que louvadas.
>
> Não se vê força poética
> Nem projeto educativo.
> Um mar de vulgaridade
> Já tornou-se imperativo.
> O que se vê realmente
> É um programa deprimente
> Sem nenhum objetivo.
>
> Talvez haja objetivo
> "professor", Pedro Bial
> O que vocês tão querendo
> É injetar o banal
> Deseducando o Brasil
> Nesse Big Brother vil
> De lavagem cerebral.
>
> Isso é um desserviço
> Mal exemplo à juventude
> Que precisa de esperança
> Educação e atitude
> Porém a mediocridade
> Unida à banalidade
> Faz com que ninguém estude.
>
> É grande o constrangimento
> De pessoas confinadas
> Num espaço luxuoso
> Curtindo todas baladas:
> Corpos "belos" na piscina
> A gastar adrenalina:
> Nesse mar de palhaçadas.
>
> Se a intenção da Globo
> É de nos "emburrecer"
> Deixando o povo demente
> Refém do seu poder:
> Pois saiba que a exceção
> (Amantes da educação)
> Vai contestar a valer.
>
> A você, Pedro Bial
> Um mercador da ilusão
> Junto a poderosa Globo
> Que conduz nossa Nação
> Eu lhe peço esse favor:
> Reflita no seu labor
> E escute seu coração.
>
> E vocês caros irmãos
> Que estão nessa cegueira
> Não façam mais ligações
> Apoiando essa besteira.
> Não deem sua grana à Globo
> Isso é papel de bobo:
> Fujam dessa baboseira.
>
> E quando chegar ao fim
> Desse Big Brother vil
> Que em nada contribui
> Para o povo varonil
> Ninguém vai sentir saudade:
> Quem lucra é a sociedade
> Do nosso querido Brasil.
>
> E saiba, caro leitor
> Que nós somos os culpados
> Porque sai do nosso bolso
> Esses milhões desejados
> Que são ligações diárias
> Bastante desnecessárias
> Pra esses desocupados.
>
> A loja do BBB
> Vendendo só porcaria
> Enganando muita gente
> Que logo se contagia
> Com tanta futilidade
> Um mar de vulgaridade
> Que nunca terá valia.
>
> Chega de vulgaridade
> E apelo sexual.
> Não somos só futebol,
> baixaria e carnaval.
> Queremos Educação
> E também evolução
> No mundo espiritual..
>
> Cadê a cidadania
> Dos nossos educadores
> Dos alunos, dos políticos
> Poetas, trabalhadores?
> Seremos sempre enganados
> e vamos ficar calados
> diante de enganadores?
>
> Barreto termina assim
> Alertando ao Bial:
> Reveja logo esse equívoco
> Reaja à força do mal.
> Eleve o seu coração
> Tomando uma decisão
> Ou então: siga, animal.
>
> FIM
>
> Salvador, 16 de janeiro

Fonte: Rede 3Setor





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CRÍTICA DE ARIANO SUASSUNA AO FORRÓ

CRÍTICA DE ARIANO SUASSUNA AO FORRÓ
Postado por Stanislaw


‘Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!’. A maioria, as moças, levanta a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, de todas bandas do gênero). As outras são ‘gaia’, ‘cabaré’, e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.

Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá:

*
Calcinha no chão (Caviar com Rapadura),
*
Zé Priquito (Duquinha),
*
Fiel à putaria (Felipão Forró Moral),
*
Chefe do puteiro (Aviões do forró),
*
Mulher roleira (Saia Rodada),
*
Mulher roleira a resposta (Forró Real),
*
Chico Rola (Bonde do Forró),
*
Banho de língua (Solteirões do Forró),
*
Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal),
*
Dinheiro na mão, calcinha no chão (Saia Rodada),
*
Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca),
*
Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró),
*
Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró).

Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.

Porém o culpado desta ‘desculhambação’ não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de ‘forró’, parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado, Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.

Aqui o que se autodenomina ‘forró estilizado’ continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem ‘rapariga na platéia’, alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é: ‘É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!’, alguma coisa está muito doente. Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.

Ariano Suassuna

Contribuição da Profa. Audenice Cavalcanti, via email.
O pessoal malha o funk mas o forró tá coladinho.

, Copia, meu filho daqui: http://repimbocadesparafusada.blogspot.com/ (Blog com muitos textos engraçados, curiosos e inteligentes).

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ONG ITAL oferce cursos quase de graça

A organização não governamental ONG ITAL RIO oferece cerca de 2.000 vagas em cursos gratuitos, previstos para começarem logo após o carnaval. A ONG cobra apenas uma taxa de R$ 10,00 para confecção do certificado de conclusão de curso.

Os cursos oferecidos são:
INGLÊS
TELEMARKETING
MONTAGEM DE MICRO
EPANHOL
PETROLEO E GÁS
BÁSICO DE INFORMATICA

Os alunos que particiaparem e forem maior de idade serão encaminhados para o mercado de trabalho.

Os interessados devem comparecer com RG e CPF na Rua Republica do Líbano n° 27 2° andar, Centro. TEL:21 2224-7631

Nota Pública da Frente Nacional pela Legalização do Aborto em apoio ao III Plano Nacional de Direitos Humanos

14/01/10


A Frente Nacional pelo fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto vem a publico manifestar o seu apoio ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos.



Na luta pela efetivação da democracia, dos direitos humanos e da construção de um país em que não se tolera mais as desigualdades o III PNDH cumpre um papel fundamental no sentido de nortear as Políticas Públicas. E sem dúvida representa avanços aos dois planos anteriores, no que tange a democratização do processo de construção do mesmo e nas próprias resoluções tomadas.



O Plano não se furta a tocar em questões essenciais para a construção de uma sociedade com justiça, igualdade e soberania ao recomendar: a descriminalização e a legalização do aborto, o apoio a uma legislação que garante igualdade jurídica para lésbicas, gays, travestis e outros, como a lei que reconhece a união civil entre pessoas do mesmo sexo, recomenda que se assegure um marco jurídico na questão dos conflitos agrários e, por fim, recomenda a instituição de uma comissão para investigar os crimes de tortura perpetrados pelo exército durante a ditadura militar.



A apuração e o esclarecimento público da tortura praticada contra homens e mulheres que lutaram contra a ditadura militar são fundamentais para garantir o direito à memória e à verdade histórica. Por isso, apoiamos a iniciativa do 3ª PNDH de, finalmente, instituir a comissão de verdade e apurar estes crimes, assim como foi feito na Argentina e Chile, por exemplo. A resistência dos militares sobre este assunto se soma com outras ações que faz em conjunto com o poder econômico, pretendendo manter-se no controle do país, impedindo a real democratização da sociedade brasileira.



No tema do aborto, entendemos que esta será uma grande oportunidade de realizarmos um debate honesto capaz de acumular contribuições que apontem para superação do arcaísmo e patriarcalismo que rege as idéias sobre o tema. É urgente que a legislação que criminaliza a prática do aborto e viola os direitos reprodutivos seja revista e alterada. E a hipocrisia com que se trata o tema seja definitivamente enterrada.



No Brasil, são realizados a cada ano aproximadamente 1 milhão de abortos de forma clandestina, colocando em risco a saúde e a vida das mulheres pobres, especialmente as mulheres negras.



A frente nacional pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto em sua declaração nacional de dezembro 2009 já chamava atenção: “Recrudesce no Brasil um processo de criminalização dos movimentos sociais, de organizações e militantes. Tal criminalização tem como objetivo bloquear o avanço das lutas por direitos e transformação social.”



No caso da luta das mulheres não é diferente.



Forças patriarcais tradicionais - constituídas pelas oligarquias, a ultra-direita fascista e setores fundamentalistas das igrejas cristãs - nos últimos anos tem sido protagonistas de um processo de perseguição e criminalização da luta das mulheres por autonomia e autodeterminação reprodutiva.



Numa perversa aliança entre neoliberais e conservadores, vivemos uma conjuntura de cerceamento do direito ao debate democrático sobre a problemática do aborto, ao mesmo tempo em que cresce no Estado o poder e influência destas forças, que ocupam o parlamento, os espaços de controle social e avançam no controle da gestão da rede pública de educação e de saúde.



Hoje, no Brasil, parte dos algozes da inquisição com suas vestes e capuzes tem uma nova face: o paletó, o jaleco branco, a toga, que no legislativo, nos tribunais, serviços de saúde, delegacias se arvoram a prender, julgar, punir e condenar as mulheres que, em situação limites de sua vida, optaram pela prática do aborto como último recurso diante de uma gravidez indesejada. Neste sentido o III PNDH será um importante instrumento de luta.



Nós integrantes da Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto reafirmamos:

* Nosso compromisso com a defesa radical das mulheres e movimentos sociais engajados nas lutas sociais; e nosso compromisso com a construção de um Brasil justo e democrático apontado no 3º PNDH.
* Nosso apoio ao Ministro Paulo Vannuchi em sua iniciativa de romper o silêncio para apurar os crimes de tortura cometidos durante a ditadura e sua decisão de não comparar lutadoras(os) da resistência aos torturadores.
* Nosso apoio a toda iniciativa que faça avançar o direito a terra e a reforma agrária.
* Nosso apoio a construção de uma sociedade sem preconceitos e com direitos para as lésbicas gays, travestis e outros.
* Nosso apoio a todas as iniciativas para a democratização dos meios de comunicação

E convocamos todas as mulheres e suas organizações a mobilizarem sua inquietude, rebeldia e indignação na luta feminista pela defesa do direito das mulheres de tomarem decisões sobre suas vidas de forma soberana.

Exigimos dos poderes da República que mantenha o III PNDH em sua integralidade, a observância dos Tratados Internacionais, dos quais o Brasil é signatário, e a observância das resoluções das Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres que colocam a legalização do aborto como um direito a ser assegurado para as mulheres.



Pela autonomia e cidadania de todas as mulheres!

Pelo fim da criminalização das mulheres!

Pela legalização do aborto!



Fonte: Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto

Fórum Social Mundial 10 anos

Estão abertas até o próximo dia 15 de janeiro, as inscrições para o Fórum Social Mundial 10 anos, que irá acontecer em Porto Alegre de 25 a 29 de janeiro.

As atividades acontecerão em Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Sapiranga, Gravataí e na Capital. Os interessados poderão se inscrever pelo site do encontro, onde será cobrado o valor de R$ 20,00 para custar os materiais que serão entregues na hora do credenciamento.

Este ano, o Fórum está comemorando 10 anos de luta, mobilização e articulação de militantes e ativistas, num evento único e centralizado que reflete hoje a maior ação global voltada para a discussão de temas pertinentes a sociedade. As atividades propostas no FSM 10 Anos Grande Porto Alegre lançará uma série de ações, que acontecerão em caráter permanente durante todo o próximo ano, mediante vários eventos em muitas partes do mundo.

Para saber mais sobre o FSM 2010 acesse o site e para realizar a inscrição clique aqui

Fonte: INFOjovem

Educação, chave para o Brasil-potência

Educação, chave para o Brasil-potência PDF Imprimir E-mail
08-Dez-2009



TEXTO DE MILTON DALLARI

É inegável que o Brasil vive atualmente uma grande onda de otimismo, mesmo diante do ceticismo de alguns economistas, daqui e do exterior, em relação aos fundamentos e à velocidade das mudanças econômicas.

O País, que tem demonstrado estar em processo acelerado de desenvolvimento - atraindo olhares de investidores do mundo todo -, ainda enfrenta graves entraves para dar um "salto irreversível" e se tornar, verdadeiramente, uma potência mundial. O maior deles é a educação. É preciso investir pesadamente no combate ao analfabetismo, no ensino fundamental e médio, na qualidade do ensino superior, assim como no ensino do empreendedorismo. Tanto em universidades públicas como privadas, com raras exceções, a pesquisa científica está muito aquém do ideal e muitos cérebros preferem trabalhar em instituições da Europa ou dos EUA.

Daí a importância da medida promulgada em 11 de novembro de 2009 no Congresso Nacional, ampliando significativamente as verbas anuais destinadas a educação. Em consequência do espaço dedicado pela mídia ao apagão do dia 10/11, esse assunto não teve o destaque merecido nos noticiários. Mas há motivos de sobra para comemorar. Os resultados serão percebidos em poucos anos.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 59/09, de autoria original de Ideli Salvatti (PT-SC), em 2003, entre outras disposições, reduz anualmente, já a partir de 2009, o percentual de descontos nos repasses da União à área de educação, realizado através da Desvinculação dos Recursos da União, a chamada DRU. Criada durante o governo Fernando Henrique Cardoso e mantida até hoje no Governo Lula, a medida tinha o objetivo de garantir o equilíbrio das contas públicas e, para isso, permitia "o desvio" para outras finalidades de até 20% dos recursos federais a serem destinados à área educacional.

A nova PEC define "descontos" de 12,5% dos recursos da educação em 2009, o que significa a injeção de R$ 4 bilhões a mais no setor. Em 2010, serão R$ 7 bilhões a mais, com o desconto de apenas 5%. A partir de 2011, quando não haverá mais nenhuma retenção, cerca de R$ 11 bilhões a mais serão garantidos à educação, na esperança de dar não apenas garantia de ensino a todos, como fazê-lo com qualidade e com todos os recursos possíveis.

Com a publicação dessa emenda, o governo dá um grande passo para galgar novos degraus no cenário mundial. Isso porque a educação é instrumento fundamental para a construção de cidadãos em bases sólidas, com potencial de empreender, transpor dificuldades e contribuir ativamente para mudar a história de um país. Ela é o pilar, desde cedo, capaz de instruir, informar e formar seres humanos, não somente para serem bons trabalhadores no futuro, mas também empreendedores e geradores de emprego e renda em suas respectivas comunidades. É, seguramente, uma mudança cultural, que através de uma educação empreendedora, desde criança, transformará o País.

A torcida fica para que todos esses recursos sejam investidos corretamente, aplicados na construção de mais escolas, em centros de pesquisa, escolas técnicas e profissionalizantes, universidades e qualificação de corpo docente. O retorno de todo esse investimento é garantido e virá na forma de mais valor agregado à produção nacional. Há quem garanta que um crescimento constante do PIB em 5% ou 6% anuais só será realidade com pesados investimentos em pesquisa e tecnologia. Nosso povo é forte, batalhador, criativo, com vontade de transformar o país. Basta que o governo faça a sua parte e cumpra o que foi aprovado pelo Congresso Nacional.

MILTON DALLARI - DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS DO SEBRAE-SP, CONSELHEIRO DA ASSOCIAÇÃO DOS APOSENTADOS DA FUNDAÇÃO CESP.



publicado em 8/12/2009 no JORNAL DO COMMERCIO - RJ

Participação do DCE na reunião do Conselho Superior da Facha (CONSUP)

Ata da Reunião do Conselho Superior (CONSUP)


DATA- 01 de dezembro de 2009

Encerramento do segundo semestre letivo de 2009

Participantes: Prof. Hélio Alonso; Márcia Alonso; Prof. Nailton Maia; Prof. Célio Campos; Prof. Luiz Fernando; Profa. Lucy Vareza; Prof. Felipe Franceschini; Prof. Adilson; Prof. Stan; Prof. Ricardo Benevides; Prof. Ives; Prof. José Augusto Neto (Guto); Emerson Menezes, pelo DCE Wladimir Herzog.

Professor Nailton fez a mediação do encontro, dando as boas vindas ao aluno Emerson Menezes, representante dos alunos pelo DCE Wladimir Herzog, passando em seguida a palavra para o professor Célio.

Prof. Célio

1. Relatou a disponibilidade, via secretaria virtual, de todas as disciplinas;
2. Citou que por conta do ENADE último, foi distribuído na faculdade folders e cartazes falando sobre a importância da participação na prova;
3. Propôs alteração a inclusão das oficinas de criação, para que os alunos possam ter acesso aos laboratórios práticos já nos primeiros períodos, e assim, possam escolher as habilitações mais adequadamente;
4. Sugeriu alteração nas bibliografias atuais, remodelando-as para três sugestões básicas a serem propostas pelo próprio professor da disciplina e que as mesmas sejam adquiridas pela biblioteca, para que os alunos tenham acesso às mesmas. Neste tópico, Márcia Alonso pediu que os livros estejam disponíveis no mercado, pois caso contrário, acabam sendo encontrados apenas em sebos, o que dificulta a sua aquisição;
5. Citou os eventos deste semestre na área de Jornalismo, que foram organizados por sua coordenação;
6. Para 2010, citou a importância de uma semana com oferta de estágios para os alunos e da organização da Semana de Comunicação (aqui o Professor Luiz Fernando, coordenador do curso de Direito, citou a importância de que seja incluído o Direito, como um dos tópicos da mesma, em suas interseções com o Jornalismo);
7. Reativação do Jornal Laboratório, sendo o primeiro número sob editoração do Prof. Nailton Maia e com a proposta de ter rotatividade dos editores. Próxima edição prevista para março de 2010, com o Prof. Roberto Assaf. Citou ainda, a importância que as demais habilitações façam uso do JL, pois o mesmo é da Facha e não apenas do departamento de Jornalismo.

Prof. Luiz Fernando (Coordenador do curso de Direito)

1. Reiterou a importância do bom relacionamento do curso de Direito com o curso de Jornalismo;
2. Sugeriu a criação de uma coordenadoria ajunta para o Direito, apresentando para o mesmo o nome da Profa. Lucy Vareza; com objetivos múltiplos de fortalecer a faculdade de Direito e para buscar inserir projetos como o FACINE – fórum com filmes sobre temas jurídicos ao fundo, sempre com debates sobre o assunto apresentado;
3. Falou das atividades extracurriculares deste semestre, como os Debates Republicanos, avisando que para o próximo semestre, dois novos temas serão tratados;
4. Prof. Nailton aproveitou para mencionar a preocupação dos alunos de Direito, sobre esta habilitação, com a proposta de uma assembléia específica, para tratar assuntos específicos.


Prof. Dráuzio

1. Enfatizou a importância da integração dos alunos oriundos do campus II (Direitos e Turismo), que migrarão para o campus I;
2. Estudo da integração de algumas disciplinas da Comunicação com o Turismo.


Prof. Aluizio

1. Citou que o Departamento de Publicidade sendo reativado;
2. Discutiu a questão do currículo dos professores, para práticas mais mercadológicas, para o curso de Publicidade.


Emerson Menezes (DCE Wladimir Herzog)

1. Falou das futuras reuniões do DCE para tratar dos assuntos relacionados ao primeiro semestre letivo de 2010, incluindo o trote solidário e recepção dos alunos oriundos do campus II;
2. Aumento da mensalidade e abaixo assinado que foi feito no Méier questionando o mesmo;
3. Queixas do campus III, quanto ao espaço deficiente para palestras e outras atividades e aos equipamentos de informática. Quanto ao espaço físico, Márcia Alonso informou que o auditório do Colégio Hélio Alonso será reformado e que o mesmo poderá ser utilizado pela faculdade, conforme ocorria anteriormente antes de seu fechamento.


Prof. Benevides

1. Citou que a Profa Maria Helena Carmo assumiu o escritório de Relações Públicas em seu lugar;
2. Solicitou que o ERP seja o pólo aglutinador dos eventos da Facha, apesar de não poder organizá-los, mas que auxiliaria em questões como a marcação de salas/ auditório, por exemplo;
3. Falou sobre a primeira etapa da pesquisa de avaliação da Facha, inserida dentro do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).


Prof. José Augusto Neto (Guto)

1. Falou da continuidade da parceria com a TV Brasil, no programa “Um outro olhar”;
2. Sobre a parceria com a CLARO, para o concurso “Claro Curtas”, com a produção audiovisual de alunos da Facha;
3. Lançamento do WEB TV FACHA, que foi feito sob um suporte gratuito, para disseminação do trabalho de alunos em forma autoral;
4. Citou a ampliação do horário de funcionamento do laboratório do Méier, pedindo que fosse avisado aos alunos, por meio do seu DCE.


Prof. Franceschini

1. Lembrou que o campus Méier comemorativo 10 anos neste semestre e convidou a todos os presentes para o almoço comemorativo, para o dia 04 de dezembro, às 13h no Norte Shopping.

Divulgação - Emerson Menezes

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